Sr. Jorge Roberto Bezzoco
Médico Assistente: Dr. Reinaldo Goés
VIDEOENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA
1
Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2025.
Sob anestesia tópica da orofaringe com lidocaína spray a 10% e sedação venosa por
anestesiologista, foi introduzido videoendoscópio Olympus.
Esôfago de calibre, distensibilidade e mucosa normais. Junção epitelial
esofagogástrica tópica, coincidindo com o pinçamento diafragmático (foto 1).
Estômago de volume, forma, distensibilidade, motilidade e pregueado de corpo-fundo
normais. Nota-se lesão elevada ovalar, recoberta por mucosa normal, apresentando
umbilicaão central, de consistência aumentada, medindo 10 mm no maior eixo, situada
na grande curvatura do antro distal. Presença de lesão polipóide ovalar, recoberta por
mucosa normal, consistência fibroelástica, medindo cerca de 6 mm, localizada em
parede posterior de antro proximal. À retrovisão do fundo gástrico, evidencia-se o
perfeito posicionamento dos pilares diafragmáticos (foto 2: antro e lesão subepitelial de
antro distal; foto 3: lesão subepitelial de antro proximal; foto 4: pólipo de corpo). Lago
mucoso com poucos resíduos líquidos claros. Piloro centrado, pérvio e móvel.
Bulbo duodenal anatômico, com mucosa normal (foto 5).
Segunda porção duodenal sem alterações (foto 6).
Lesão subepitelial de antro distal - aspecto endoscópico é
compatível com pâncreas ectópico;
Conclusão:
1.
Lesão subepitelial de antro proximal - correlacionar com a
ecoendoscopia em anexo.
2.
Realizadas biópsias do corpo e antro para pesquisa de Helicobacter pylori. Enviado
todo o material para estudo histopatológico.
BAT
ASA.
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2000
Atenciosamente,
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Dantel Revende Ribeiro
Médiec
CRS 57735990
Dr. Daniel Ribeiro
CRM 52.73599-0