ENDOVIEW
Resp. Técnico: Dr. Ricardo Alvariz
CRM: 52.49280-8
Sra. Leni Mendonça dos Santos
Médico assistente: Dra. Marcia Salomão
VIDEOECOENDOSCOPIA
Rio de Janeiro, 12 de novembro de 2025.
Sob anestesia tópica da orofaringe com xilocaína spray a 10% e sob sedação venosa
ministrada por anestesiologista, foi introduzido o videoecoendoscópio EG 530 UT 2 da
Fujinon.
Após posicionamento do aparelho no esôfago, estômago e duodeno observa-se:
e posteri
Na parede posterior e corpo gástrico, observa-se, na imagem endoscópica, lesão subepitelial
ovalar, com erosão central na sua superfície (foto 1), cuja avaliação ao ultrassom mostra-se
como imagem ovalar, heterogênea, predominantemente hipoecóica com focos anecóicos
(foto 4), localizada na quarta camada ecogênica da parede gástrica (foto 2) que corresponde
a muscular própria, limites bem definidos, medindo 5,3 x 4,2 cm (foto 3).
Vesícula biliar de paredes finas, exibindo quatro formações hiperecogênicas, ovalares,
aderidas a parede da vesícula, a maior dela medindo 5 mm (fotos 5 e 6). Colédoco fino na
cabeça do pâncreas e sem sinais de litíase no seu interior. Papila duodenal sem alterações.
Pâncreas visualizado pelas janelas gástrica e duodenal, com ecogenicidade normal. Ducto
pancreático fino em todo seu trajeto (foto 7: cabeça e foto 8: corpo de pâncreas). Confluência
esplenomesenterica normal.
Não observamos linfonodomegalias (foto 9).
Conclusão:
1- Volumosa lesão subepitelial heterogênea de camada muscular
de parede gástrica - GIST?
2- Múltiplos pólipos de vesícula biliar < 10 mm - Adenomiose?
Realizada PAAF de lesão gástrica com agulha 22 G em três passos com material
encaminhado para análise citológica (foto 10).
Observação: seguem fotos anexas.
Atenciosamente,
aper.
Dra. Cynthia Miranda
CRM: 52.85456-5
Dra. Cynthia Miranda
CRM 52.85456-5